terça-feira, 13 de março de 2012

Falar em projeto na escola se tornou algo comum. Para tudo é feito um projeto e a tudo é dado o nome de projeto.. Mas não deveria ser assim. Para Nilson José Machado, no texto "Projeto de Vida", há uma banalização do uso da palavra projeto na escola.
“Todo trabalho se chama projeto. É como aqui na faculdade: todos precisam estar desenvolvendo projetos, mas nem tudo são realmente projetos. Alguns são trabalhos. Um curso de capacitação, por exemplo, é um trabalho não um projeto. A essência do projeto é a incerteza de sua realização.”
O texto traz uma visão muito clara e inovadora de Projeto. Ele defende a idéia de projeto como futurição -
um termo que pode ser entendido como lançar-se sempre para o futuro.
Ele diz ainda que "
Para o educador, os projetos não precisam estar presos apenas a pesquisas de assuntos sofisticados para despertar o interesse e a criatividade dos estudantes. No ensino fundamental, por exemplo, basta pedir para que os alunos olhem para o céu, para a lua e para o sol. A lua e o sol parecem ser do mesmo tamanho, mas o sol é muito maior. Por que não parece ser assim? É uma pergunta que muitos adultos não pensam sobre ela. Acontece que o diâmetro do sol é 400 vezes maior que o da lua, mas por um capricho exato da natureza, ela está 400 vezes mais distante da Terra que a Lua causando a impressão da lua e do sol serem do mesmo tamanho.”
Interessante! No final de seu texto ele fala sobre os Projetos Pessoais, Projetos de Vida! Questiono se alguém tem seu projeto de vida. Não sonhos possíveis (ou impossíveis), idéias, vontades, mas algo que projete "para frente, para o futuro, com uma meta a ser alcançada, com uma dúvida a ser respondida, com busca de conhecimento".

Apresentação

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia internacional da MULHER

História do 8 de março
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Reinicio do PROINFO

Dia 07 começou a última etapa do curso do Proinfo.
Estou muito feliz por está novamente vencendo mais uma etapa com louvor.